“O nome é Califragilisticexpialidocious… Supercalifragilisticexpialidocious.” Essas palavras foram quase ditas na tela. Mais ou menos.

Agora com quase 100 anos, a lenda de Hollywood Dick Van Dyke teve uma carreira gloriosa, interpretando desde um escritor de comédia desajeitado até um afável limpador de chaminés e um médico detetive. Mas quase teve a oportunidade de interpretar James Bond, o grande ator recentemente revelado ao Hoje mostrar (através guerra eletrônica). “Cubby Broccoli veio até mim e disse: ‘Você gostaria de ser Bond?’”, disse Van Dyke, referindo-se ao falecido chefe da Eon Productions, a empresa que controlou os direitos de adaptação de Bond de 1962 até o início deste ano.

A revelação de Van Dyke é chocante hoje, não apenas porque significa que um ator clássico poderia ter assumido um papel muito incomum. Com o tão elogiado mandato de Daniel Craig tendo terminado com a morte de seu Bond em Não há tempo para morrer e tendo os direitos de adaptação do personagem Ian Fleming sido vendidos para a Amazon, a série está em um período de transição. Mas embora tenha havido muita conversa sobre escalar um ator não-branco para o papel pela primeira vez, com Idris Elba e Dev Patel sendo os favoritos online, absolutamente ninguém está pensando em deixar um americano interpretar 007.

Mas na época em que Sean Connery estava se afastando do personagem, outras nacionalidades estavam em jogo. O australiano George Lazenby substituiu Connery por No Serviço Secreto de Sua Majestademas quando decidiu não retornar para um acompanhamento, Eon contratou John Gavin da Psicopata e Espártaco interpretar Bond em Diamantes são para sempre.

Quando Connery concordou em voltar, Gavin foi chutado para o meio-fio. E quando Connery partiu para sempre (pelo menos no que diz respeito a Eon, tendo reprisado o papel por Nunca diga nunca mais) e seu sucessor Roger Moore consideraram se aposentar, Brocolli mais uma vez olhou para um americano, quase contratando James Brolin para o papel. Brolin até fez testes de tela para Polvoum filme para o qual Moore finalmente retornou.

Ainda mais do que essas pessoas, Dick Van Dyke fez certo sentido, ao estrelar Chitty Chitty Bang Bangum filme infantil produzido por Cubby Brocolli e baseado em um romance de Ian Fleming. Mas, como acontece com os outros ianques, Van Dyke não conseguia superar o caráter inglês inerente do personagem. “Eu disse: ‘Você ouviu meu sotaque britânico?’”, ele brincou, fingindo que a discussão terminou abruptamente. Mas, para ele, foi além disso.

“Teria sido uma ótima experiência”, admitiu Van Dyke, mas também preocupado que seus fãs não o tivessem “aceitado” no papel, para não falar dos aficionados de Bond. Isso não quer dizer que Van Dyke não tenha interpretado sua cota de vilões, tendo interpretado uma estrela silenciosa rabugenta em 1969. O quadrinho e um fotógrafo assassino em um episódio de Colomboalém de traumatizar uma geração de crianças como o vilão surpresa em Noite no Museu.

Só que ele nunca poderia se ver como o tipo de cara que pediria um martini batido em vez de cantar Chim Chim Cher-ee.