Algumas capas de álbuns são instantaneamente icônicas, mas nem sempre pelos motivos pretendidos pelo artista. De imagens surreais a escolhas de design completamente inexplicáveis, essas capas fazem você parar, pensar e, às vezes, apenas balançar a cabeça. Eles foram analisados, parodiados e celebrados durante décadas, mas a pergunta “o que eles estavam pensando?” fator nunca desaparece. Nesta lista, estamos mergulhando em algumas das capas de álbuns mais memoráveis, confusas e totalmente bizarras da história da música. Seja uma fotografia estranha, uma ilustração selvagem ou um conceito que não deu certo, essas capas são inesquecíveis.

Rei Carmesim – Na Corte do Rei Carmesim

O rosto distorcido e gritando em primeiro plano deixa qualquer um se perguntando o que diabos está acontecendo.

Os Rolling Stones – Pedido de Suas Majestades Satânicas

Psicodelia exagerada com elementos que não se conectam; olhar para isso é como entrar em um caleidoscópio caótico.

O veludo subterrâneo – O Velvet Underground e Nico

Uma simples banana que se tornou icônica, mas ainda confunde quem a vê pela primeira vez.

Frank Zappa – Ratos Quentes

Bobagem que nos deixa imaginando se a psicodelia afetou mais do que apenas a música.

Esmagando abóboras – Mellon Collie e a Tristeza Infinita

Surrealismo romântico com detalhes desconexos; a capa inspira admiração e confusão.

Rei Moela e o Mago Lagarto – Nonagon Infinito

Psicodelia repetitiva que quase pode deixar você tonto; um turbilhão visual que combina com a intensidade do álbum.

Coletivo Animal – Pavilhão do Posto Merriweather

Padrões abstratos de cores e formas que hipnotizam e confundem, fazendo com que todos vejam algo diferente.

Sim – Contos de oceanos topográficos

Uma pintura confusa com muitos elementos dispersos, como um mundo de fantasia impossível de navegar.